New Zeland

A guerra só fortalece e trás a tona os guerreiros de fé com a mente sã lhe põe de pé. Quando a determinação se faz presente, nos tornamos guerreiros fortemente armados contra as energias negativas. Sendo assim: Os guerreiros somente usam a verdade. Já os covardes só lutam com a mentira.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Resposta à Lidi


Hoje, durante uma rápida conversa com a Lidi, ela disse que ficou confusa. Acho que não soube me dizer extamente o quê deixou-a confusa...rsss... bom, comentou sobre fuga; minha fuga dos problemas. Na verdade confundiu-se com as frases com quais eu usava para demonstrar que estava cansada:( vou para minha Ilha Grega. Ou '' Quero ir para Nova Zelândia'' rsss...) Se eu permancesse onde estava aí sim seria um meio de fuga, uma caverna onde quanto mais permanecia, mais ficava longe da saída.. Sim, eu teria permanecido em fuga. Eu estava fugindo dos meus problemas me isolando em um mundo que não era meu. E para sair desse calabouço tinha que tomar uma atitude e foi isso que eu fiz. O Orgulho ou vida. Escolhi vida. Autoridade ou poder. Escolhi autoridade. Viver ou morrer. Decidi viver. Não fugi, eu precisava de coragem para ver o quê eu não enchergava, mas sabia, dá para entender? Precisava voltar para a casa do meu Pai. Precisava de ajuda, mas a ajuda que somente meu Pai poderia dar. Sentia falta de casa, não a casa onde eu morava, afinal, eu morava com os fofuchos, amores de minha vida e minha amiga-irmã. Mas eu estava perdida, espiritualmente falando. Não tinha forças para seguir adiante e para dar uma guinada eu precisava de ajuda, não de braços, mas do meu Pai. De Deus. Ao voltar para a casa do meu Pai eu encontrei o maior presente Dele para mim: minha família. Hoje luto a cada dia por meu irmão, por minha mãe, por meu padrasto, por mim... nunca desistir, nunca desanimar. Crer até o fim. Hoje eu sei como é importante a família. Hoje tenho paz. Mesmo em guerras, turbulências, eu tenho algo dentro de mim que talvez jamais eu teria se eu não tivesse decidido lutar, perseverar... amar,... sei o meu valor, sei como sou importante, é diferente pessoas dizerem e você reconhecer. Hoje eu reconheço o meu valor e o valor da minha família. Estamos mais próximos, mais dedicados, mais amigos. E tudo foi desse giro de 180º que dei em minha vida. Tudo isso é fruto da mão de Deus em minha vida. Sem DEUS eu sei que nada posso, mas com Ele tudo posso, pois apesar de algumas lutas, tenho o que hoje poucos pessoas têm: paz interior, certeza de meu valor e minha sagrada família. Cada riso, cada pedido de desculpas por um erro cometido, por cada silêncio quando outras pessoas armariam escândalos, por cada palavra que gostariam de ouvir, eu ouço, eu valorizo, eu agradeço. Muitas pessoas eu vejo e conheço se vagloriam de suas baladas, de bebedeiras, de momentos de ilusão para fugir de uma realidade frustrante, e eu tenho o que eles desejam ter, e luto a cada, e tenho colhido os frutos desse investimeno em DEUS por isso. Lidi, eu não fugi, eu fui salva pelas decisões de decidi tomar e investir. Hoje estou até mais capacitada para ajudar do quê antes. Hoje eu sei do quê falar, pois vivi essas escolhas para poder dizê-las. Para isso é necessário ser racional e deixar emoções de lado, é difícil, mas vale cada esforço; eu sei que mesmo estando longe, alguns quilômetros de meus amigos, hoje eles podem contar comigo mais do quê nunca. E eu posso ajudá-los mais do quê nunca. Por isso eu escrevi aquilo, Lidi. Deus abençõe-a sempre, querida.

Meu Passeio



Havia meses e meses que eu dizia e chegava até dar uma data de quando eu iria, na semana ou no dia lá ia eu dizer que não podia ir, e isso deixava triste, até que um dia eu irritei e disse que não planejaria mais, só ligaria dizendo: estou indo. E assim foi. E depois de um ano por mensagem eu disse que iria. Não porque não quisera eu ter ido antes, é que por compromissos de suma importância não pude ir, até aí tudo bem, quando por questões fincanceira eu irei. Neste fim de semana, 05/09/2009- 06/09/2009- 07/09/2009 fui para SBC. Queria ver minha amiga-irmã, os fofuchos ( como eles cresceram!). Coloquei o despertador para tocar sete horas, mas fui levantar por volta das oito, tomei um banho caprichado ( tenho que me policiar nos banhos, são demorados....), arrumei-me, depois de algumas decepções em combinar roupas, fui para a Igreja, o melhor lugar do mundo, depois voltei na correria para casa, meu pai já tinha chegado de viagem e eu saindo, nem pudemos passar muito tempo juntos. E ele me levou à rodoviária. Certo que pensei que chegaria atrasada, mas deu tudo certo quando deixei tudo mas mãos de Deus e cheguei cedo....graças a Deus, deu até para comer alguma coisa. De Sorocaba até São Paulo foi rápido, a questão foi de SP a SBC... rsss... o importante é que eu cheguei bem e bem cansada. Mas só em ver a Jack, a Linda... as demais pessoas vistas pelo caminho, e ainda mais ao ver minha amiga-irmã... quanta alegria!!!!!! O Gustavo, o Gabriel... como sou apaixonada por esses meninos, valeu cada segundo de correria, cansaço... Passei todo o domingo com eles, com ela, com a mãe dela, e os irmãos. Ah, que bom... choveu sim, mas quem olharia para chuva quando se está onde, mesmo que por alguns dias, gostaria de estar? Enquanto estava lá muitas coisas passaram por minha mente, muitas mesmo. Hoje eu reconheço novamente que era necessário mesmo minha vinda para cá. Estou mais forte, feliz, mesmo com as guerras de cada dia. Acho que hoje estou mais capacitada em ajudar do quê antes... mas voltando ao foco, não deu para ver todas as pessoas que eu gostaria de ter visto, mas eu sei que no tempo certo reencontrarei cada uma delas, não sei quando, mas as verei e é isso que importa. Agradeço ao Senhor Jesus por proporcionar esses momentos com meus amigos, com minha irmãzinha querida e todos.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Pedras Preciosas


Entrei no orkut de uma amiga de Minas Gerais, a Lidi; ela é amiga, mas amiguissíma da minha querida prima Prí. E uma foto que em estavam as duas havia um comentária: minha amiga do coração, mas não tem paciência comigo. Lembrei de duas amigas. Depois que vim para Sorocaba não encontrei uma pessoa a quem eu desse liberdade e que conquistasse minha confiança para poder dizer que sou chata, ou fala coias que somente amigos de verdade tem essa liberdade para dizer. Acho que compreendem onde quero chegar. Sinto falta delas. A Pri mesmo, nós brigamos tanto na nossa infância, e quando vim para São Paulo na adolescência perdemos contato total senão por cartas, que também ao longo dos anos também perdeu-se. Até que um tour via fone em buscar de algo que pudesse levar-me a eles ( minha tia Pida e família), os reencontrei, restabelecemos contato, e em 2007 passei minhas férias por lá. Nossa, foi estranho, pois não éramos mais criança, não estávamos mais no bairro Indústrial, e o mais assustador, como é que lidaríamos uns com os outros( meus primos e eu); afinal, tinha dois primos que não conhecia, a Prí já estava adulta, eu também e o Ricardo, irmão dela também. Mas foi incrível, apesar de muitas diferenças, eu era mais alta que ela, hoje ela é quase o dobro da minha estatura...rsss....continuamos de onde paramos. Foi como se voltássemos às mesmas cumplicidades da infância. E nesta visita que perdurou alguns dias, aproximei-me da Lidi. Incrivelmente nesses últimos dias temos estado mais próximas do quê de costume... onde estou, devido as escolhas que tomei, estou longe dos meus melhores amigos, mas no entanto os aprecio cada dia mais. Não tenho HOJE, a Lindalva para me olhar de soslaio por eu ter feito algo que a desagradasse, quando estava irritada era nela que eu descontava; a Jack, com quem disputava atenção, atenção uma da outra sempre, e as duas da Linda; a Maíra, era choraminguona demais, mas um doce de pessoa, o Jorge, com que menosprezei quando entrou na empresa, mas depois tornou-se um grande amigo. A Sheila, minha amiga-irmã e seus filhos, a Priscila, minha prima, a Lidi, com quem tenho mais contato por mensagens... e tantos outros que não dá para citar nomes. Minhas escolhas salvaram minha alma, mas pago um preço, os alguns quilômetros que há entre nós, mas no entanto estou feliz cada um deles, tantos s que aqui estao citados, como os que não estão( Senão este post não acabará mais, cada pessoa que passou, passará, está, estará em meus caminhos e vida merecem estar aqui). Tudo há um preço, e este preço merce ser pago, mas confesso que às vezes sinto muita saudade deles, delas... rsss... se eu pudesse dizer como eles são importantes para mim... nossa, são um presente de Deus. Pois são poucos Os Amigos sinceros e verdadeiros, mas valem tanto que não há valor para mencionar.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Como eu queria fugir dos problemas



Quando trabalhava no restaurante Fast-Food, qual deve ser o primeiro que vem em sua mente, nos meus momentos de estresse, pois era pressão absurdamente absurda, qual nele perdi-me, eu usava a imaginação e dizia: vou ir para minha ilha Grega. Apesar de saber onde ela está localizada eu reinventava sua localização; minha amiga, nela eu descontava tudo infelizmente, mas felizmente ela era compreensiva e perdoava, e dava uns puxões de orelhas que eram certos,... então ela ria disso, da minha ilha Grega; depois eu não usei mais essa ilha imaginária para escapar dali, eu já tinha perdido-me. Quase perdi amigos, amigas, sobrinhos de consideração, quase perdi o mais importante, a mim mesma. Um tempo atrás eu voltei com outro meio de fuga: Vou para Nova Zelândia...rsss... mas dessa vez eu quero ir para somente visitar e inspirar-me... fui encontrada, resgatada e salva. Se um dia eu tiver oportunidade de ir a uma Ilha na Grécia, será para inspirar-me, descansar. Confesso que tenho um certo e notório fascínio por Nova zelândia. Afinal, é uma região que tem todo um segredo, mistério. Tem natureza em abundância. Posso estar errada, mas aparentemente sabem cuidar bem do quê é deles, qual o que o nosso país está engatinhando ainda. Mas o importante é que começamos a engatinhar, e sabemos que depois disso vem os primeiros passos. Hoje minha válvula de escape é a cosnciência. Li uma vez na página do bispo Antônio Melo algo( um dia posto o quê foi) e isso fez-me raciocinar mais ainda: certos presentes devem ser rejeitados; e isso é o que eu às vezes digo. Quando alguém com ou sem motivo, intencional ou não, faz alguma coisa para irritar-me, acontece de eu dizer: certos presentes devem ser rejeitados. Obviamente inspirada no que li. Hoje vejo que minhas emoções não são tão importantes quanto minha racionalidade, mas confesso que devo trabalhar esse lado muito. Muito mesmo. Não é certo descontarmos nossos nervos nas pessoas ao nosso redor. Mesmo àquelas que nos provocam. Não paga-se o mal com o mal, paga-se com o bem. Se começamos a maltratar alguém por causa do trabalho, estresse, pressão, sei lá, está na hora de rever se vale a pena. Ao menos comigo não valeu. Algumas pessoas estão dispostas a sacrificar suas vidas pelo trabalho, deixar família, amigos, e o próprio caráter, dignidade... não, nada vale esse sacrifício. Quando se para e procura o que está dando errado, 99% do erro está em nossas próprias escolhas. O difícil é encarar essa verdade, quando encaramos, não precisamos mais de demonstrar um desejo de fugir( inventar um lugar de fuga como eu fiz), basta encarar a verdade e enfrentar a questão de frente. Não é fácil, mas no final, vale cada sacrifício pelo certo.