New Zeland

A guerra só fortalece e trás a tona os guerreiros de fé com a mente sã lhe põe de pé. Quando a determinação se faz presente, nos tornamos guerreiros fortemente armados contra as energias negativas. Sendo assim: Os guerreiros somente usam a verdade. Já os covardes só lutam com a mentira.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Infinitamente Mulher






***Um momento para meditar. Um único momento para refletir nos erros, nos acertos, nos momentos bons, nos momentos de lutas árduas, sim, um momento. Nada mais. Só isso basta por um segundo. ***




Mulher: mulher cheia de vida. Mulher inteligente; sabe prender alguém quando cede liberdade. Suporta uma dor de parto. Se não fosse ela capaz de suportar, jamais Deus daria-lhe tal dom. Pois dar a luz é um dom divino. Mulher é forte como uma rocha, mas uma simples palavra pode fazê-la frágil como uma flor. Mulher é como uma vitrine de uma perfumaria; há mulheres de várias essências, cor, brilho, delicadeza e assim vai. A mulher tem tanto que aprender, mas os anos a faz ter tanto o que ensinar. A mulher tem a capacidade de fazer um homem tornar-se rico na mesma intensiade em que pode fazê-lo miserável. A mulher é o complemento do homem, pois sem ela ele é incompleto. A mulher que se faz necessária não se humilha, não implora, não se desvaloriza, não de defama, não se judia, não se maltrata; a mulher que se faz necessária é uma administradora de sua própria essência quando a conquista. A mulher que se faz necessária é madura, é humilde, reconhece seus erros, não se envergonha de dizer que ama e não tem medo de amar a si mesmo. Se cuida, se honra, se valoriza e atrai para o exterior sua beleza interior; às vezes é mãe sem ter gerado filhos, às vezes é filha mesmo já sendo mãe. Ela educa, mas a melhor educação flui quando começa a educar a si mesmo. Faz-se elegante, faz-se presente, faz-se amante sem trair, faz-se mulher a cada olhar, a cada sorriso, a cada passo, a cada dia. Mesmo quando é independente mostra-se dependente ao companheiro fazendo dele homem herói, mesmo quando é capaz de trocar uma lâmpada ou quando é capaz de abrir sozinha um pote de azeitonas, leva ao companheiro e o pede para abrir. Mulher madura que não se envergonha de dizer: me ajuda. Mulher não tem medo de dizer sua idade, pois é sua bagagem de experiência. Mulher, Mulher, Mulher, Mulher poderosa. Sua força e valor são tão grandes que tem o dom de Deus para edificar uma casa. Ah, mulher, ergue a cabeça e embeleze-se, mesmo que para si mesma. Se olhe no espelho e veja quão maravilhosa é. Se não fosse de grande valor jamais receberia o nome MULHER. Mulher Maria, Mulher Vitória, Mulher Eduarda e tantas mulheres que há e a metade nem imagina quão importante é. Ser, nascer, crescer, gerar, cuidar, se doar são algumas coisas que só uma mulher é capaz de fazer, de ser... uma MULHER.



PS: não são todas as mulheres que conseguem ser mulher de verdade. Hoje em dia a maioria se acham altosuficientes e entegam-se aos prazeres descabidos deste mundo e tornaram-se vulgares. Esta MULHER descrita aqui no texto acima é aquela que sabe dizer um milhão de coisas com um simples olhar. Estas são as verdadeiras e raras preciosidades.


segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Um dia na Reserva Florestal Carlos José Botelho




Sorocaba, 04/10/2009, já havia passado das 19:00 horas e estava cansada, exausta. Na verdade não era somente eu, mas eu e mais de quarenta pessoas. Estava com uma mochilona preta nas costas, de dogui, mas sem faixa, como algumas outras pessoas. Acredito que como eu seus corpos pediam por uma banho demorado ( cuidado com o desperdício!) e uma cama. Fome? Cansaço demais para comer. O que nos fez ficar nesse estado? Simples. Um dia maravilhoso na reserva florestal de Carlos José Botelho, em São Miguel Arcanjo, aqui no interior de SP. Resumo da viagem? Com satisfação. Chegamos mais de quarenta minutos atrasados, uma rápida reunião com os guias do parque e três minutos para um rápido café da manhã ( para alguns todinho, para outros frutas e para mim uma pêra enquanto tinha explicações do parque, uma maçã depois da reuião e uma garrafinha com acqua fresh de abacaxi com hortelã durante do percurso. O céu não estava nublado quando saímos, mas lá estava menos sol. Natural, já que é pura natureza e ela se defende por si só... assim nos proporcionado durante nossa estadia um tempo sem sol escaudante, mas quente, frio, com um pouco de garoa e um pouco de cada estação....rsss... Nossa guia foi a Brenda. Aparentemente uma pessoa séria que nos primeiros metros foi se soltando como todos nós. Durante os 4 km tivemos a teoria da cobra, da onça, cuspe, fornos carvoeiros, raízes de cima para baixo, alguns tombos, algumas tentativas de tombos, e muita observação.


Teoria da cobra: segundo nossa guia a possibilidade de encontrarmos cobras na trilha era pouquíssima, mas depois de alguns quilômetros encontramos uma filhote de Jararaca. Está foi a estrela do momento. Foi fotografada, provavelmente filmada... uma verdadeira estrela em seu habitat...rsss... depois seguimos adiante, mas a teoria da cobra já tinha surgido. Se, é, se era improvável vermos uma cobra, quanto mais uma Jararaca, então a possibilidade de vermos uma onça era na mesma proporção!!!! Não deu outra. Pegamos no pé da guia Brenda com sua teoria. Tentou nos convencer dos hábitos noturnos desse belo animal, mas assim... a cobra apareceu no nosso caminho ( na verdade nós aparecemos no caminhio dela)... claro que era só umbrincadeira, mas essa teoria da onça durou...kkkk.... a onça não apareceu. Por lado lamentável, por outro, ainda bem. Já pensou? Ela teria uma ceia recheada de carne fresca.


Cuspe: uma das crianças que estava conosco pisou determinado ponto da trilha e uma espuminha surgiu. Ele perguntou se era cuspe. Aguia deu risada e afirmou que não era. Deu toda sua explicação, mas o assunto do cuspe não morreu. Mais adiante passando pelo rio, vimos espuma na superfície da água e... Claro que não era, mas a guia e precaveu... '' antes que perguntem, não é cuspe'' disse ela.... '' as folhas que caem na água de acordo como elas vão se desintegrando surge essa espuminha'' .


Forno: pela nossa trilha tinham cinco fornos carvoeiros. Ao menos era para ter. Dos cinco pontos, somente um ainda resistia ao tempo em meio aquela mata atlântica. Certo que enquanto eu tentei fotografar o Ricardo ficou, sem desconfiar, na frente, mas consegui a tal foto. Tais fornos resistiram ao fogo, mas não ao tempo.


Raízes: até poderia ser, até parecia ser, mas não era cipó. não eram cipós. Eram raízes. Um dos meninos que estavam a minha frente segurou um ''fio'' desses ''cipós'', ainda bem que ele não puxou. A Brenda olhou para ele e disse algo como '' se eu fosse você não puxava. Isso aí é uma raíz. Ela desce até o chão em busca dos nutrientes da terra.'' Óbvio que ele largou; ela também explicou que os cipós que eles perguntaram, para poderem balançar, não existia naquela região...kkk...


Tombos: tive uma tentativa de tombos. Salva pelos dedos da mão esquerda com quais me apoiei e equilibrei. façanha!!!! Não sei que conseguiria repetir tal. Cidinho bateu o recorde de tentativas e de tombos.


O rio: depois do almoço em uma mesa farta, fomos para o rio. Quando chegamos já tinham algumas pessoas por lá, mas não eram do nosso grupo, algumas faziam churrasco,... nossa!!! Deus amado e querido, como a água estava gelada. Chegava a queimar a pele de tão gelada, segundo o Bruninho, um dos nossos faixa marrom. Depois de tomar coragem, de dar vários gritos fininhos por jogarem águam em mim e em Dri, a namorada do nosso sensei, que entrou comigo; mas ela já tinha entrado antes. E juntas, alegando calor humano naquele frio de águas claras, fomos quase até o meio. Claro que eu não me arrisquei passar daquele pnto, pois como dizem: água no umbigo sinal de perigo. Quanto mais para quem não sabe nadar. Trêmulas fomos abraçadas e depois chegou um, outro e o abraço molhado estava formado por Ricardo, faixa verdade, sensei, Dri, Robertinha, uma das crianças que trocou de faixa nesse dia, e eu, acho que mais alguém, mas não lembro. O Outro faixa marrom, Luciél, arriscou entrar...de barriga.... a espoa dele não entrou, só assistiu. Bem que eu tencionei em dar um abraço grátis na guia, mas ela não aceitou. Preferia ela um abraço de suor, depois do nosso treino do que àquele momento em que estávamos molhadas. O engraçado é que não senti frio depois que saí da água, mas enquanto estivesse dentro.... uai!!!!!


Bica: do rio fomos para a bica. A queda era forte demaiss. fiquei somente como expectadora. Não entrei.


Treino: descemos do ônibus e fomos para a sede da reserva. Nos trocamos (dogui) e fomos treinar. Umas três a quarto corridinhas num largo espaço desnivelado, o que cansou por demais, carrinho de mão, canguru, patinho, carregamos uma pessoa nas costas, escolhi o rapaz de quase sessenta quilos, era o mais leve ao meu ver. Seria sacanagem escolher uma criança já que tinham outras crianças. Algumas flexões... bom, o que conta é que foi um treino rápido, apesar de parecer que durou mais do que parecia, então houve a luta dos que iam trocar de faixa e dado encerrado o treino, pegamos nossos coisas, nem nos trocamos; nos despedimos dos guias, agradecemos e fomos para o ônibus. O abraço grátis a guia aceitou depois do treino...rsss.... mas lá no rio ''perna para quem te quer'' para ela correr da Robertinha...rsss... no percurso demos uma parada rápida para tirarmos uma foto no arco do entrada e saída da cidade todos nós juntos, ao menos os alunos...kkkk... as minhas tentativas de cochilar um pouco foram frustradas por um aluno de kickboxing, ele tentava, acho, tirar uma foto, mas despertei nas duas tentativas frsutrando os planos dele...rsss....


Foi um passeio maravilhoso, com aventura, brincadeiras, ralação...rsss... mas acima de tudo uma oportunidade de ver a mão de Deus agir. Só Deus para criar tamanha diversidade, esplendor, maravilhas como àquelas que pudemos desfrutar neste dia. Realmente, não há Deus maior que o nosso Deus.


quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Meu professor, meu Mestre






O que aprendi:

Aprendi que ser emotiva não trás coisas boas.

Aprendi que esperar sentir vontade de realizar algo só nos deixa para trás.

Aprendi que em vez de sentir devemos fazer acontecer e se der errado, temos a vantagem de saber onde erramos para evitar que aconteçam quando recomeçarmos.

Aprendi que os verdadeiros amigos são aqueles que ainda perseveram quando estamos longe para nos manter em sua vida.

Aprendi que somos capazes de amar para sempre.

Aprendi que podemos vencer os mais perigosos inimigos.

Aprendi que os mais perigosos inimigos são aqueles que fingem ser nossos amigos.

Aprendi que os verdadeiros amigos não se intimidam em nos dizer a verdade.

Aprendi que a melhor forma de fazer uma pessoa passar vergonha é quando deixamo-na em sua própria ignorância.

Aprendi que não devo e não devemos correr atrás de amigos. Os verdadeiros aparecerão quando precisarmos.

Aprendi que por mais que a situação esteja crítica, não podemos nos deixar vencer pelos obstáculos.

Aprendi que ouvir a verdade é a dor dolorosa e necessária que nos liberta de nossa ignorância.

Aprendi que minha família é a mais importante de todas, desde que eu a considere e a faça assim.

Aprendi que minha família é uma jóia tão valiosa que o mal deseja roubar, mas Quem me deu minha família é quem a guarda do mal.

Aprendi que no mundo só há ilusão, emoção, destruição, violação, corrupção, deleção e tantas outras coisas mais.

Aprendi que nos momentos em que faltam-me forças, são os momentos em que Deus dá-me sua força.

Aprendi que às vezes um simples sorriso sincero revigora nossos ânimos, na mesma proporção que uma palavra mal dita pode levar um homem à cova.

Aprendi que querer tudo não é extamente precisar de tudo, às vezes queremos o que não é necessário.

Aprendi que em um ano acontece muita coisa, e em três meses pode acontecer mais coisas do que em um ano se eu assim tiver fé.

O que aprendi não teria aprendido se Deus não se importasse comigo. Obrigada, Senhor Jesus por mostrar-me que o meu valor aos Seus olhos é maior do que a razão humana pode compreender.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

ARANHA E A FÉ





Uma vez um homem estava sendo perseguido por vários malfeitores que queriam matá-lo.
O homem, correndo, virou em um atalho que saía da estrada e entrava pelo meio do mato e, no desespero, elevou uma oração a Deus da seguinte maneira:
- Deus Todo Poderoso, fazei com que dois anjos venham do céu e tapem a entrada da trilha para que os bandidos não me matem!!!
Nesse momento escutou que os homens se aproximavam da trilha onde ele se escondia e viu que na entrada da trilha apareceu uma minúscula aranha.
A aranha começou a tecer uma teia na entrada da trilha.
- Senhor, eu vos pedi anjos, não uma aranha. Senhor, por favor, com tua mão poderosa coloca um muro forte na entrada desta trilha, para que os homens não possam entrar e me matar...
Então ele abriu os olhos esperando ver um muro tapando a entrada e viu apenas a aranha tecendo a teia.
Os malfeitores estavam entrando na trilha, na qual ele se encontrava, e ele estava esperando apenas a morte.
Quando passaram em frente da trilha o homem escutou:
- Vamos, entremos nesta trilha.- Não, não está vendo que tem até teia de aranha? Nada entrou por aqui. Continuemos procurando nas próximas trilhas.

Fé é crer no que não se vê, é perseverar diante do impossível.
Às vezes pedimos muros para estarmos seguros, mas Deus pede que tenhamos confiança n'Ele para deixar que Sua Glória se manifeste e faça algo como uma teia, que nos dá a mesma proteção de uma muralha.

Nunca desanime em meio às lutas, siga em frente, pois Deus disse: “diga ao fraco que Eu sou forte”.

São nos momentos mais difíceis que encontramos em Deus a nossa força.