New Zeland

A guerra só fortalece e trás a tona os guerreiros de fé com a mente sã lhe põe de pé. Quando a determinação se faz presente, nos tornamos guerreiros fortemente armados contra as energias negativas. Sendo assim: Os guerreiros somente usam a verdade. Já os covardes só lutam com a mentira.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Gyps rueppelli ( Abutre-de-rüppell )





** Alguém consegue tirar uma lição da vida e dos hábitos desse abutre? Não é loucura comparar, mas é sábio observar a esperteza, a união, o companheirismo; começam o dia de labuta antes do sol nascer... além da paciência que eles têm em aguardar o momento certo... para as escolhas certas. Detalhes, seguem instintos. E os racionais e os que se acham inteligentes são capazes de fazer um dessas ações? **


Os grifos-de-rüppell são altamente sociáveis, reunindo-se em grandes bandos para repousar, nidificar ou se alimentarem, por vezes com mais de 1000 casais. Podem deslocar-se a velocidades até 35 km/h, afastando-se até 150 km dos seus ninhos em busca de alimento. Podem alcançar grandes altitudes, não sendo invulgar subirem a 6.000 m (20.000 pés), tendo sido registado um caso excepcional, nos céus da Costa do Marfim, de uma colisão de um grifo-de-rüppell com um avião a uma altitude de 11.300 m (37.000 pés), o que constitui o recorde máximo de altitude registado para qualquer ave. Esta ave possui uma subunidade alfaD de hemoglobina com uma superior afinidade para o oxigénio, que torna possível absorver oxigénio mesmo em condições de baixa pressão parcial na troposfera superior.
O seu habitat é savana aberta e árida, áreas semi-desérticas e zonas limites do deserto, e também montanha (Camarões). Poisam normalmente em rochedos inacessíveis, ou na ausência destes, em árvores, normalmente Acacia. Quando as correntes térmicas começam a se fazer sentir, cerca de duas horas após o nascer do sol, os grifos-de-rüppell abandonam os seus poisos e iniciam o seu patrulhamento sobre as planícies, utilizando a sua extraordinária capacidade visual para encontrar carcaças de grandes animais ou localizar carnívoros que tenham apanhado uma presa. Podem esperar vários dias até que o carnívoro abandone a carcaça. Em casos raros poderão atacar uma presa viva. Quando ganha acesso à carcaça é normalmente o abutre dominante, a não ser em presença do abutre-real que é maior e mais forte.
Os grifos-de-rüppell possuem várias adaptações biológicas para a sua dieta e são muito especializados mesmo entre os abutres do Velho Mundo. Possuem um bico especialmente potente, e, depois de haverem consumido as partes mais macias e atractivas de uma carcaça, continuam a comer a pele e mesmo os ossos, comendo até ao ponto de quase não conseguirem levantar voo. As suas línguas têm uma forma especial que auxilia na remoção da carne dos ossos.
Nidifica em falésias elevadas, construindo um ninho volumoso, com gravetos e coberto de ervas e folhas. Normalmente é o macho que prepara o ninho. A fêmea transporta materiais para o ninho, podendo ir roubá-los a outros ninhos.
A fêmea põe um único ovo que é incubado pelos dois progenitores durante 55 dias. São ainda os dois que alimentam a cria. Esta fica com a sua plumagem completa e pronta a voar ao fim de 12 semanas.
Fonte de imagem e texto: Wikipédia

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Uma carta ao meu Pai


Pai, me perdoa. Eu deixei o Senhor triste quando me chamou e não dei ouvidos. Me arrependo tanto de ter sido teimosa. Eu sei que o Senhor quer o melhor para mim, mas não sei o que aconteceu, parece que fiquei cega por um minuto. Ah, como eu odeio esses momentos!!!! Pai, eu fiz o Senhor chorar, logo o Senhor que tanto me segurou pelas mãos, logo o Senhor que tanto me carregou no colo. Logo o Senhor que sempre me ajudou.

O Senhor nunca passou um dia sequer, mesmo quando ainda era somente um desejo seu eu nascer; nunca passou um dia sequer sem declarar seu amor, nunca me deixou passar fome, mesmo quando nada tinha aos meus olhos, nunca me deixou desistir quando caí de bicicleta em uma rua de pedra e capotei por cima de uma criança de velotrol, quando me soltaram mesmo sabendo que eu não sabia andar de bicicleta, o Senhor tentou me ajudar, mandou imediatamente seus homens me socorrer. O Senhor cuidou de me esconder quando aquele assassino cruzou meu caminho enquanto eu brincava num monte de areia. O Senhor disse nunca me deixaria sozinha.

Pai, eu me sinto tão péssima, eu desobedeci logo quem mais me apóia. Pai, me perdoa. Preciso começar do zero, não deixe de me corrigir quando eu errar, não deixe de me repreender quando eu fizer algo de errado, não me deixe Pai, eu imploro.

Pai, vejo o mundo me excluir, me deixar de lado porque não faço parte dele, às vezes dá até uma sensação desconcertante, mas rapidamente o Senhor vem me dá atenção. Fala comigo, diz que aconteça o que acontecer que estará comigo. O Senhor me ama tanto; é tanto amor que minha razão não entende, não quero entender porque me ama tanto, ainda bem que me ama assim, quero retribuir. Pai, me ajudar. Quero ser sua filha querida. Quero me refugiar na sua presença. Pai, eu imploro, não vire as costas para mim. Pai, me ajuda...

Gostaria de dar para o Senhor algo que demonstrasse agora o que digo, mas somente minha atitude provará. Pai, me segura pelas mãos e não me deixe cair, pois se cair, não sei se levantarei. Não são todos os meus irmãos que caem que o Senhor consegue ajudar, mesmo querendo, mesmo podendo; não é culpa do Senhor, são eles que disseram não, infelizmente; o Senhor teve que seguir adiante pois uma irmã implorou por sua ajuda e o Senhor foi ajudar. Pai, me ajuda. Não quero decepcionar o Senhor de novo. Pai, perdão... o Senhor até voltou para ajudar aquele que caiu, mas mais uma vez recebeu um não como resposta. Até fecharam a porta na sua cara, e o Senhor paciente ainda pediu para entrar pois podia ajudar. Pai, não quero ser assim!!!!!

Pai, o Senhor disse que devo seguir adiante e não olhar para trás... tudo bem, Pai. Não vou olhar para trás. O Senhor disse para eu não temer; tudo bem, vou seguir adiante. Disse que já está vindo me buscar, para eu suportar mais um pouquinho. Tudo bem, Pai, contanto que segure sempre em minhas mãos, tudo bem, eu espero pelo Senhor, mas venha rápido. Estou com saudade. Pai... amo o Senhor. Pai, obrigado por mandar meu irmão mais velho pra me socorrer. O Senhor vai mandar Ele me buscar com os meus irmãos... Irmão, não demore, estou com saudade. Jesus, espero por você. A ultima vez que o Senhor veio trouxe grande alegria aos nossos corações, mesmo quando lhe maltrataram. Irmão, não vejo a hora de estar com você de novo. Também quero dizer olhando nos seus olhos que também O amo.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Infinitamente Mulher






***Um momento para meditar. Um único momento para refletir nos erros, nos acertos, nos momentos bons, nos momentos de lutas árduas, sim, um momento. Nada mais. Só isso basta por um segundo. ***




Mulher: mulher cheia de vida. Mulher inteligente; sabe prender alguém quando cede liberdade. Suporta uma dor de parto. Se não fosse ela capaz de suportar, jamais Deus daria-lhe tal dom. Pois dar a luz é um dom divino. Mulher é forte como uma rocha, mas uma simples palavra pode fazê-la frágil como uma flor. Mulher é como uma vitrine de uma perfumaria; há mulheres de várias essências, cor, brilho, delicadeza e assim vai. A mulher tem tanto que aprender, mas os anos a faz ter tanto o que ensinar. A mulher tem a capacidade de fazer um homem tornar-se rico na mesma intensiade em que pode fazê-lo miserável. A mulher é o complemento do homem, pois sem ela ele é incompleto. A mulher que se faz necessária não se humilha, não implora, não se desvaloriza, não de defama, não se judia, não se maltrata; a mulher que se faz necessária é uma administradora de sua própria essência quando a conquista. A mulher que se faz necessária é madura, é humilde, reconhece seus erros, não se envergonha de dizer que ama e não tem medo de amar a si mesmo. Se cuida, se honra, se valoriza e atrai para o exterior sua beleza interior; às vezes é mãe sem ter gerado filhos, às vezes é filha mesmo já sendo mãe. Ela educa, mas a melhor educação flui quando começa a educar a si mesmo. Faz-se elegante, faz-se presente, faz-se amante sem trair, faz-se mulher a cada olhar, a cada sorriso, a cada passo, a cada dia. Mesmo quando é independente mostra-se dependente ao companheiro fazendo dele homem herói, mesmo quando é capaz de trocar uma lâmpada ou quando é capaz de abrir sozinha um pote de azeitonas, leva ao companheiro e o pede para abrir. Mulher madura que não se envergonha de dizer: me ajuda. Mulher não tem medo de dizer sua idade, pois é sua bagagem de experiência. Mulher, Mulher, Mulher, Mulher poderosa. Sua força e valor são tão grandes que tem o dom de Deus para edificar uma casa. Ah, mulher, ergue a cabeça e embeleze-se, mesmo que para si mesma. Se olhe no espelho e veja quão maravilhosa é. Se não fosse de grande valor jamais receberia o nome MULHER. Mulher Maria, Mulher Vitória, Mulher Eduarda e tantas mulheres que há e a metade nem imagina quão importante é. Ser, nascer, crescer, gerar, cuidar, se doar são algumas coisas que só uma mulher é capaz de fazer, de ser... uma MULHER.



PS: não são todas as mulheres que conseguem ser mulher de verdade. Hoje em dia a maioria se acham altosuficientes e entegam-se aos prazeres descabidos deste mundo e tornaram-se vulgares. Esta MULHER descrita aqui no texto acima é aquela que sabe dizer um milhão de coisas com um simples olhar. Estas são as verdadeiras e raras preciosidades.


segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Um dia na Reserva Florestal Carlos José Botelho




Sorocaba, 04/10/2009, já havia passado das 19:00 horas e estava cansada, exausta. Na verdade não era somente eu, mas eu e mais de quarenta pessoas. Estava com uma mochilona preta nas costas, de dogui, mas sem faixa, como algumas outras pessoas. Acredito que como eu seus corpos pediam por uma banho demorado ( cuidado com o desperdício!) e uma cama. Fome? Cansaço demais para comer. O que nos fez ficar nesse estado? Simples. Um dia maravilhoso na reserva florestal de Carlos José Botelho, em São Miguel Arcanjo, aqui no interior de SP. Resumo da viagem? Com satisfação. Chegamos mais de quarenta minutos atrasados, uma rápida reunião com os guias do parque e três minutos para um rápido café da manhã ( para alguns todinho, para outros frutas e para mim uma pêra enquanto tinha explicações do parque, uma maçã depois da reuião e uma garrafinha com acqua fresh de abacaxi com hortelã durante do percurso. O céu não estava nublado quando saímos, mas lá estava menos sol. Natural, já que é pura natureza e ela se defende por si só... assim nos proporcionado durante nossa estadia um tempo sem sol escaudante, mas quente, frio, com um pouco de garoa e um pouco de cada estação....rsss... Nossa guia foi a Brenda. Aparentemente uma pessoa séria que nos primeiros metros foi se soltando como todos nós. Durante os 4 km tivemos a teoria da cobra, da onça, cuspe, fornos carvoeiros, raízes de cima para baixo, alguns tombos, algumas tentativas de tombos, e muita observação.


Teoria da cobra: segundo nossa guia a possibilidade de encontrarmos cobras na trilha era pouquíssima, mas depois de alguns quilômetros encontramos uma filhote de Jararaca. Está foi a estrela do momento. Foi fotografada, provavelmente filmada... uma verdadeira estrela em seu habitat...rsss... depois seguimos adiante, mas a teoria da cobra já tinha surgido. Se, é, se era improvável vermos uma cobra, quanto mais uma Jararaca, então a possibilidade de vermos uma onça era na mesma proporção!!!! Não deu outra. Pegamos no pé da guia Brenda com sua teoria. Tentou nos convencer dos hábitos noturnos desse belo animal, mas assim... a cobra apareceu no nosso caminho ( na verdade nós aparecemos no caminhio dela)... claro que era só umbrincadeira, mas essa teoria da onça durou...kkkk.... a onça não apareceu. Por lado lamentável, por outro, ainda bem. Já pensou? Ela teria uma ceia recheada de carne fresca.


Cuspe: uma das crianças que estava conosco pisou determinado ponto da trilha e uma espuminha surgiu. Ele perguntou se era cuspe. Aguia deu risada e afirmou que não era. Deu toda sua explicação, mas o assunto do cuspe não morreu. Mais adiante passando pelo rio, vimos espuma na superfície da água e... Claro que não era, mas a guia e precaveu... '' antes que perguntem, não é cuspe'' disse ela.... '' as folhas que caem na água de acordo como elas vão se desintegrando surge essa espuminha'' .


Forno: pela nossa trilha tinham cinco fornos carvoeiros. Ao menos era para ter. Dos cinco pontos, somente um ainda resistia ao tempo em meio aquela mata atlântica. Certo que enquanto eu tentei fotografar o Ricardo ficou, sem desconfiar, na frente, mas consegui a tal foto. Tais fornos resistiram ao fogo, mas não ao tempo.


Raízes: até poderia ser, até parecia ser, mas não era cipó. não eram cipós. Eram raízes. Um dos meninos que estavam a minha frente segurou um ''fio'' desses ''cipós'', ainda bem que ele não puxou. A Brenda olhou para ele e disse algo como '' se eu fosse você não puxava. Isso aí é uma raíz. Ela desce até o chão em busca dos nutrientes da terra.'' Óbvio que ele largou; ela também explicou que os cipós que eles perguntaram, para poderem balançar, não existia naquela região...kkk...


Tombos: tive uma tentativa de tombos. Salva pelos dedos da mão esquerda com quais me apoiei e equilibrei. façanha!!!! Não sei que conseguiria repetir tal. Cidinho bateu o recorde de tentativas e de tombos.


O rio: depois do almoço em uma mesa farta, fomos para o rio. Quando chegamos já tinham algumas pessoas por lá, mas não eram do nosso grupo, algumas faziam churrasco,... nossa!!! Deus amado e querido, como a água estava gelada. Chegava a queimar a pele de tão gelada, segundo o Bruninho, um dos nossos faixa marrom. Depois de tomar coragem, de dar vários gritos fininhos por jogarem águam em mim e em Dri, a namorada do nosso sensei, que entrou comigo; mas ela já tinha entrado antes. E juntas, alegando calor humano naquele frio de águas claras, fomos quase até o meio. Claro que eu não me arrisquei passar daquele pnto, pois como dizem: água no umbigo sinal de perigo. Quanto mais para quem não sabe nadar. Trêmulas fomos abraçadas e depois chegou um, outro e o abraço molhado estava formado por Ricardo, faixa verdade, sensei, Dri, Robertinha, uma das crianças que trocou de faixa nesse dia, e eu, acho que mais alguém, mas não lembro. O Outro faixa marrom, Luciél, arriscou entrar...de barriga.... a espoa dele não entrou, só assistiu. Bem que eu tencionei em dar um abraço grátis na guia, mas ela não aceitou. Preferia ela um abraço de suor, depois do nosso treino do que àquele momento em que estávamos molhadas. O engraçado é que não senti frio depois que saí da água, mas enquanto estivesse dentro.... uai!!!!!


Bica: do rio fomos para a bica. A queda era forte demaiss. fiquei somente como expectadora. Não entrei.


Treino: descemos do ônibus e fomos para a sede da reserva. Nos trocamos (dogui) e fomos treinar. Umas três a quarto corridinhas num largo espaço desnivelado, o que cansou por demais, carrinho de mão, canguru, patinho, carregamos uma pessoa nas costas, escolhi o rapaz de quase sessenta quilos, era o mais leve ao meu ver. Seria sacanagem escolher uma criança já que tinham outras crianças. Algumas flexões... bom, o que conta é que foi um treino rápido, apesar de parecer que durou mais do que parecia, então houve a luta dos que iam trocar de faixa e dado encerrado o treino, pegamos nossos coisas, nem nos trocamos; nos despedimos dos guias, agradecemos e fomos para o ônibus. O abraço grátis a guia aceitou depois do treino...rsss.... mas lá no rio ''perna para quem te quer'' para ela correr da Robertinha...rsss... no percurso demos uma parada rápida para tirarmos uma foto no arco do entrada e saída da cidade todos nós juntos, ao menos os alunos...kkkk... as minhas tentativas de cochilar um pouco foram frustradas por um aluno de kickboxing, ele tentava, acho, tirar uma foto, mas despertei nas duas tentativas frsutrando os planos dele...rsss....


Foi um passeio maravilhoso, com aventura, brincadeiras, ralação...rsss... mas acima de tudo uma oportunidade de ver a mão de Deus agir. Só Deus para criar tamanha diversidade, esplendor, maravilhas como àquelas que pudemos desfrutar neste dia. Realmente, não há Deus maior que o nosso Deus.