New Zeland

A guerra só fortalece e trás a tona os guerreiros de fé com a mente sã lhe põe de pé. Quando a determinação se faz presente, nos tornamos guerreiros fortemente armados contra as energias negativas. Sendo assim: Os guerreiros somente usam a verdade. Já os covardes só lutam com a mentira.
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sexta-feira, 24 de junho de 2011

Obstáculos à revolta

Por quê eu não estou revoltado? Por quê não consigo me revoltar? – muitos tem se perguntado. Eis aqui algumas razões que impedem nascer a revolta:

1. Comodismo
2. Sensação de bem-estar
3. Aceitação do destino
4. Religiosidade
5. Falta de entendimento da Palavra de Deus
6. Associar-se a pessoas acomodadas
7. Satisfação com o que já tem
8. Medo
9. Falta de crença em si mesmo
10. Passividade
11. Esperar pelos outros
12. Esperar por Deus
13. Distrações
14. Querer administrar os problemas
15. Ficar pensando muito e nunca tomar atitude
16. Parálise por análise (resultado do número 15)
17. Abandono da fé prática para a fé teológica
18. Dúvida
19. Comparar-se com quem está pior
20. Visão pequena

(A lista continua... Acrescente nos comentários o que falta aqui.)

Se você quer ser um revoltado, primeiro elimine aquilo que tem impedido a sua revolta de nascer.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Diário de Patricia- Pag.82 a 83

22/05/2005- Pag.82

Oficialmente estamos em Movimento de Fe. Demos entrada nos documentos da empresa, mas conversei com minha vo e o que eu ia colocar na empresa colocarei no altar. Pensei em colocar outra coisa, tipo as coisas de valores que tenho, mas sei que elas seriam so um complemento, pois sei que Deus está pedindo isso. Ele não esta me obrigando, mas eu quero fazer. Eu quero obedecer. Vou obedecer, mas está doendo tanto.



27/05/2005- Pag.83

Estou tão triste. Estou chorando aos soluços. Parece que o meu maior erro sair da cama hoje. Primeiro decido ir a Igreja de manhã antes de ir com minha vo atrás dos documentos necessários para a empresa e quando chego lá sou informada por um dos jovens que o pastor auxiliar foi transferido e que fazia meia hora que novo havia chegado. Até ai tudo bem, normal, mesmo sendo em época de movimento, mas acontece que quando cheguei la para poder ajudar na reunião das oito horas, ouvi pessoas comentando sobre mim com este pastor. Falaram todo o meu passado para ele; ainda disseram que para o bem do ministério dele era bom sempre me manter longe. Não era so uma pessoa, reconheci umas tres vozes e quase nenhuma do pastor. Ouvi algo como: ela não costuma vir de manha. Ela esta trabalhando nessa hora... Ai, so de pensar meu coração parece ser apunhalado lentamente. Então entrei escondendo a tamanha vontade de chorar. Ele me olhou da cabeça aos pés e eu me senti um lixo. As que estava la ficaram coradas e eu fiz de conta que chegava naquele instante dando bom dia a todos. Cumprimentei o pastor auxiliar recém- chegado e peguei a chave do quartinho para eu me trocar. Depois disso que ouvi, me sinto um trapo. Traída. Não esperava isso delas. Depois que o pastor titular encerrou a reunião ele nos chamou e nos orientou em algumas coisas e me perguntou se eu estava bem, pois meu olhar era de quem sofria. Percebi que as meninas ficaram aflitas, mas não respondi. Dali fui buscar minha vo e fomos a cidade. Fui calada o percurso todo. La, quando passamos enfrente uma loja de eletros, a TV teve sua programação interrompida para uma noticia: Alberto havia fugido com mais sete presos. Na fuga eles roubaram um carro e estavam causando horror onde passava. Me deu uma vontade de vomitar ali mesmo na rua, mas a tontura veio primeiro e minha fez sentar no degrau da loja de eletros e uma vendedora logo veio nos ajudar. Me deu vontade de sair correndo. A noite voltei na Igreja para levar Ursula e os pastor auxiliar chamou todos que ajudam na reunião de sábado e diante de todos, sem dizer o porque, disse que eu estava fora.

Cotinua...

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Diario de Patricia- Pag. 29 a Pag.32


01/02/2004- Pag.29

Ursula entrou no apartamento e eu nem lembrava que tinha dado uma copia da chave para ela... Tinha engolido alguns comprimidos para aliviar a dor de cabeça, estava mais pra la do que pra ca e ela chamou a avó. Nos braços dessa mulher que eu tanto envergonhei chorei como uma criança. Eu disse que só foi um acidente, mas vejo nos olhos dela que ela sabe foi que pior do que contei. Ai, quanta vergonha... Fazem dois dias que estou na casa dela, da minha vo e ela tem cuidado de mim. Vejo que esta preocupada, mas nao consigo me controlar. As vezes falo coisas que antes ela me expulsaria daqui com cabo de vassouras, mas ela escuta tudo calada e depois que me acalmo vem me abraçar. Ela me acalenta...

07/02/2004 Pag.30

Ursula me chamou para ir numa festinha que vai ter na escola dela, ate me arrumei para ir, mas quando foi para sair de casa, no portao entrei em pânico. Juro que vi o Alberto do outro lado da rua. Ela nao foi na festa e ficou comigo... Chorei o dia inteiro, so parei quando minha vo chegou... Estou apavorada de verdade. Nao tem uma noite se quer que eu nao acordo com pesadelos. A unica noite que dormir algumas horas foi quando sonhei novamente com aquele sonho bom de alguem me chamado pelo nome carinhosamente quando era criança... Quando me olho no espelho me vejo mais magra e ridícula... De manha o celular tocou e quando olhei pensando ser Pedro, desejei que fosse Pedro, cheguei pegar o telefone para atender, e comecei a chorar... Nao quero mais, mas nao estou mais tendo forcas para resistir...

15/02/2004 Pag.31

Antes de ontem voltei ao trabalho, o pessoal me recepcionou bem. pensam que sofri um acidente de carro, antes fosse isso. mas tenho que continuar a ir nas sessões com a psicóloga. Como se isso...Ah, sei la, mas, ai, que raiva... ontem o Maciel apareceu la no trabalho, me esperava do lado de fora. Não sei como soube que eu trabalhava ali... De la fomos para um barzinho perto da antiga faculdade e não deu outra... Alberto tem razão, sou fraca e um lixo. Lugar de lixo e' no aterro.

01/03/2004- Pag.32

Diário, ate voce estou abandonando... Voltei pro meu apartamento contra a vontade da minha avo. mas depois do que aconteceu comigo e o Maciel não tenho cara de se quer olhar minha avozinha nos olhos. Ela tem ligado todas as noite para saber como estou e diz: Deus te abençoe, minha filha. Tem vez que volto para casa não por que estou cansada, mas so para receber essa ligação e ouvir ela dizer isso.

Continua...

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Diario de Patricia- Pag.9 a Pag.12


30/04/2003 Pag. 10

Oi. Advinha onde estou? Argentina! Com quem? Segredo.

01/05/2003 Pag. 11

Eba. Feridão! Acho que vou numa balada daquela hoje. O pessoal da faculdade vai pro 007. La é chique! O Saulo vai vir me pegar as oito... Vai me dar uma carona... Ah, ele e a outra acabaram.

10/07/2003 Pag.12

Hoje na hora do almoço passei mo colégio da minha irma. Comemos um lanchinho básico mesmo dentro do carro. Ela esta tão linda. Eu disse que no dia do aniversário que a levaria a um lugar chique, mas ela quer somente passar o dia comigo comendo pipoca e assistindo filmes. Simples assim. Acredita? Na verdade eu acredito; pois quero guardar pela guarda dela. tenho poucas chances, mas não quero ficar longe dela. A vi escondida da minha vó. Para vê-la tenho que ligar e guerrear com a velha, mas paciência. Se fosse eu, faria o mesmo. Acho que vou comprar aquele vestido e aquelas botas que ela amou quando vimos uns meses atras. E' isso mesmo. Esta decidido!

O pessoal do escritório é legal. O melhor de tudo é que nessa nova casa eu consigo dormir. há um mês que estou aqui; faz um mês que durmo com tranqüilidade. Não esta fácil, parece vicio; mas estou lutando. Pela minha irma... Por mim... Quer poder agradecer a Deus.

Sabe, a uma unica coisa chata é que vou ter que levar o documento na antiga faculdade... Mas vou a tarde, assim nao corro o risco de ver alguem de antes. Quero abandonar tudo que me lembre o passado. também

Boa noite!

Continua...

Diário de Patricia- Pag.3 a Pag.7



05/03/2003

Hoje é o nosso ultimo dia juntos; fomos em muitos lugares. Todos os lugares reservados e longe das pessoas que poderiam reconhece-lo. Me trata muito bem, mas o pior não é isso. O pior é saber que quem vai receber aquelas jóias que ajudei escolher é a esposa dele. A mesma que ele trata como uma rosa quando falam ao telefone. Fico enfurecida...Precisa ver como ele comenta do filho que esta para nascer... Faço de conta que não me importo e, ele se seguro com isso e por isso paga sempre mais.

Como seria se a esposa dele soubesse que o advogado das estrelas não passa de um homem que não resiste um rabo de saia? Mas ele é o menos pior, pois tem uns que são agressivos, monstros...

Ontem sonhei... Sonho bom... Tanto tempo não ouvia esse nome com tanto carinho. Senti saudade. Gostaria de nunca ter acordado desse sonho... Uma senhora, não lembro do rosto, mas dizia: " Paty, não corra pelo salão... Respeite o lugar. E santo, amor." Um lugar bem claro, bem iluminado. Eu ouvi meu nome com tanto carinho... Senti saudade como se fosse real. O sonho acabou quando ele me acordou dizendo que precisa ir numa reunião e que voltaria para almoçarmos juntos. Pouco me importei. Sufoquei a vontade de gritar por ele ter me acordado. Desejei tanto voltar para aquele sonho. Estou angustiada... Socorro. Que vida é essa?

06/03/2003 Pag. 4

O tonto do Tadeu veio atrás de mim na faculdade. Desde que terminou com a Michelle ele não desgruda. Ele é até bonitão, mas não me agrada;mas a mais tonta sou eu. Aceitei sair com ele para ouvir suas lamúrias la no bar em frete a faculdade, e justamente la encontrei o Alberto. pelo garçon ele mandou um recado. Depois que dispensei o chorão do Tadeu me encontrei com ele no estacionamento. Não suporto esse homem. Ele sabe quem sou eu. Sabe que não sou universitária comum, sabe meu nome e sobre minha familia e para se calar exige favores. Minha vontade é de sumir quando me encontro com ele. Ele maltrata, machuca e vai embora. Com ele me sinto uma vulgar de verdade. Sinto mais nojo que o normal eu sentir. Desprezo por ele e por mim. Ate o denunciaria se ele não fosse policial.

Amanhã é o aniversário da Rosália, nem sei como esconder esses hematomas. Acho que vou dar uma desculpa qualquer e ficar em casa. Não tenho como explicar esses roxos. Aproveitarei para estudar... Isso se essa dor de cabeça infernal deixar. Se ao menos eu conseguisse dormir...

10/03/2003 Pag.5

Enfim desliguei a droga do celular. Paz por alguns dias. O pessoal da faculdade me convidou para uma viagem no fim de semana. Tres dias no haras do tio de uma das meninas. Fiquei animada. E' raro ter momentos de lazer assim; ainda mais com pessoas que não sabem o que faco para ostentar todas essas coisas bonitas que me veem usando. Um lixo usando lixo... ao menos é assim que me vejo quando me olho no espelho. Um lixo. Bom, não tem mais volta. Ouvi isso uma vez e é a verdade. Que raiva!

Bom, como já almocei vou sair com a Bruna para fazer compras. Vou mudar o visual. Vai saber se não encontro um dos clientes por la. Tenho que tomar cuidado para não ser reconhecida. Quero sossego ao menos nesses tres dias.

****
Oi, cheguei! Que maravilha. comprei algumas camisas, algumas blusas; comprei um sapato caríssimo. Até a Bruna achou lindo.


11/03/2003 Pag.6

Que odio! que raiva! nao consegui dormir direito. Acordei com uma dor de cabeça horrível.


14/03/2003 pag.7

Hoje é dia de arrumar as malas. Vou viajar para o sul do Estado. Iremos a Paula, o Antonio, Diego, a Mara e a Sandrinha... E eu, claro. Muito verde, muita animação e obvio vou levar voce comigo diário. Voce é o único que pode me ouvir e não me condenar.

15-03-2003 Pag.8

Ontem quando chegamos no haras, na casa principal, logo vimos um Mustang. O carrão era do tio do Antonio. O cara é rico. Muito rico. A esposa dele estava la; uma mulher muito bonita. tem um filho que cursa medicina. Ele é esnobe e se acha; a namorada dele então nem se fala. Logo quando chegamos fomos para a piscina e tudo estava pronto para a nossa chegada. O Saulo, o sobrinho dos ricoes, tinha preparado tudo. Assim que os donos foram embora, uma bandeja de prata foi trazido do quarto de Saulo Maciel e...

Bom, não teve um se quer que não experimentou. Eu disse que não queria, mas acabei experimentando. Passamos a tarde, a noite bebendo e... E' uma sensação diferente... Euforia, alegria, como se pudéssemos fazer tudo e nada nos acontecer. Me senti super, foi estranho. Cada dose foi uma adrenalina a mais. No inicio foi estranho, mas agora a sensação é péssima. Não quero mais ter contato com essas coisas. Assustador! Não sei ainda distinguir o que é real e o que não é.

Cont...

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

MEDALHA MANCHADA DE SUOR



Ontem por volta das 21:00 horas começou a chover. Primeiros uns pingos grossos e fortes, depois de alguns minutos mais gotas, mais fortes que de encontro com o corpo ate parecia que estavam arremessando pedrinhas no corpo. Por que sei dessa sensação? Por que estávamos correndo, em treino, nesta tempestade de ontem. corremos alguns quilômetros. Ainda bem que chovia, pois refrescava o corpo, se não estivesse a chover e fizéssemos o que fizemos, estaríamos hiper cansados! Depois dessas atividades na chuva fizemos alguns sobe- desce escada. A escadaria ficou ensopada de agua...rsss... Mas foi divertido. Sim, podem de me chamar de louca por me agradar dessas coisas, mas acontece que ali quebramos nossos próprios limites. Quando pensamos que o corpo não vai suportar mais, vem uma voz que diz, "Para, você ja foi longe demais, desiste. E normal"... Mas uma outra voz, surge e diz "Só mais um passo, vai você consegue. Lembra-se disso? Você conseguiu daquela vez, consegue agora também... Vamos! Mais um passo!" E assim, quando menos esperamos ou quando estamos dispostos a nos esforcar mais um pouco por querer, então estamos a fazer os cumprimentos finais. Foi cansativo, mas a chuva nos refrescou. O engraçado, é que passados alguns minutos estamos prontos para outro...rsss... Outro desafio de nos superarmos. Mas ali dentro do tatame é fácil, em termos claro, pois ali desafiamos os limites do nosso corpo, do nosso intelecto, nossa respiração, nossos medos, vergonhas, orgulho... Desafiamos tudo em nós... E isso não e fácil. E muito difícil, porem a satisfação de podermos nos olhar naquele grande espelho e vermos nosso reflexo e pensarmos que fomos capazes de termos sobrevivido a nós mesmos, não tem preço. Uma vez ouvi uma frase de uma musica que diz assim um trecho: toda medalha tem uma mancha de suor... e e a pura verdade. Só quem esta ali sabe como é doloroso conquistar uma medalhinha. Na hora pouco se ouve das vozes que gritam seu nome, que estão ali para lhe apoiar... Os dois minutos parecem uma eternidade... Mas quando terminar e ve que você é apontado como o campeão, então você pensa: valeu todo o sacrifício. E então nos cobramos mais. Se conseguimos isso daqui, posso conseguir mais. Posso ir mais longe! Mas essa é a decisão mais doloroso que tomamos, pois sabemos que se quisermos isso de novo, uma medalha manchada de suor, ficaremos mais roxos, seremos mais cobrados, teremos que ser mais humildes, e teremos que lutar mais. isso fazemos ali, dentro do tatame. Agora imaginem como é aqui fora. No trabalho, em casa, na escola, nos cursos,no dia a dia, com aquele chefe que acha que é o dono do mundo, ou na escola com aquela atividade que mais detestamos, ou por que fizeram alguma coisa que nos machucam, mesmo sem querer, e temos que abrir mão, suar por dentro, para colocarmos no pescoço a medalha da paz no relacionamento, ou a medalha de desculpas aos pais, ou a medalhas de silencio quando nos falam algo e temos a vontade de falar o dobro... Acreditem, essas são as medalhas que mais são dolorosas de serem conquistadas. Mas como as medalhas reais, aquelas que servirão somente para nos mostrar do que fomos capazes de fazer para conquista-la, e eu apoio todos os que lutam com integridade para conquista-la, as mais deliciosas são aquelas que suamos por dentro para conquistar.

Agora imaginem o suor que foi derramado pelo Senhor Jesus por cada um de nós. Nós suamos e até choramos por algo que vai passar, ou por algo que vai ser corroído com o tempo, Ele por sua vez, demarrou suor de sangue, morreu, foi humilhado, escarnecido e por nós ressuscitou, limpou, amou e avivou... Nada do que fazemos chega perto do que Deus fez, faz e continua a fazer por cada um de nós. E confesso eu, um dos motivos por eu sempre querer me superar nos treinos, é lembrar de tudo que o Senhor Jesus faz a cada segundo por mim. Isto é, tenho a obrigação de dar sempre um passo a mais.

Sempre adiante, nunca parando, nunca desistindo, sempre andando, as vezes de vagar, as vezes correndo, mas nunca parando. Se o homem para, Deus continua. Sem mim Ele continua sendo Deus, eu sem Deus, não sou absolutamente nada. Sou competitiva e por isso, mesmo me arrastando, quero continuar. O que o Senhor Jesus fez por mim me mostra que o único direito que eu não tenho é de desistir.

Na fé.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Todo Imprudente e` orgulhoso




Assisti a esse vídeo hoje e nele quanto mais assisti, mais me horrorizei com as cenas e mais vi o quanto somos completamente dependentes de Deus. Temos que a cada dia nos apegar mais e mais ao Senhor, como podemos ver, nenhum deles esperavam o que sucedeu depois.

Ps: video assistido no blog do Bp. Julio Freitas.

Na fe`.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Haja paciência com a "Miss Indiscrição"


Ela, sim, ela. Gordinha, alta, e até bonita. Linda quando se cuida. Insegura e sem desconfiometro. Se você está com algo novo, ela quer saber onde foi que comprou, se é você quem faz, se você está engordando ou não. e ainda tem coragem de dizer que já está acostumada a ser assim; detalhe que faz toda a diferença e que entrega a si mesma: os outros me dizem e eu já estou acostumada.

Ela se entregou. Acredito que, pelo pouco que guardei das minhas aulas de psicologia, que por ter sido tratada assim, que por ter sofrido essas investidas indiscretas e desmotivadoras, também acaba repassando-a aos demais somente para não levar essa realidade sozinha. É como se não se aceitasse. E isso é horrível! Você estar acima do peso e não se sentir bem é uma coisa. Você ser indiscreta para com os outros porque são com você já é outra!!!! Sim, isso me deixa furiosa. Acho que por eu tentar ser o mais discreta possível e respeitar o gosto dos outros(ao menos tento ser assim e cobro isso de mim) ou os limites dos outros, também quero que os demis também assim sejam. Mas eu aprendi que temos de ser generosos e fazer o bem e não olhar a quem. Confesso, isso é tão difícil que já gostaria de ter nascido assim. Se bem que todos nascem assim. Mas é o mundo quem nos corropme e nos faz perder a essência, e quando a queremos de volta enfrentamos uma longa caminhada. Mas eu sei que posso e vou conseguir, por que Aquele que habita em meu coração é o gerador de toda ess6encia benigna e conservador das boas coisas e feitor de grandes milagres. Mas que eu acho, isso é o meu ponto de vista, não significa que todos tem que concordar, que isso é um absurdo!!! Onde está os bons modos, a discrição? Há pessoa que são gordinhas e são belas consigo mesma, não ficam procurando defeitos nos outros para tapar seus supostos defeitos. Claro que tudo tem seu limite, mas é bem melhor quando somos nós quem reconhecmeos que os extrapolamos e necessitamos de ajuda!


Magrinhas, se são magrinhas se amem, se cuidem, não exagerem, se valorizem e parem de olhar para o físico dos outros. As gorinhas ou gordinhos, se cuidem também, não exagerem, e sejam felizes. como disse, tudo tem limite, até o peso, tanto para ais como para menos, mas seja qual for seu biotipo, parem de olhar os outros e sejam voc6es mesmos com suas escolhas. Com certeza você é lindo, linda, mas só verão isso quando vocês mesmos identifiarem e trabalharem e valorizarem essa beleza... ah, detalhe importante. A beleza começa por dentro. Então peçam ajuda ao úunico que pode alcançar onde a mão do homem não pode: Deus, nosso Senhor.


Na fé.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Dois Pensamentos









Em seu pleno caminhar numa tarde ensolarada, um andarilho sentou-se, sem saber, sob uma sombra de uma árvore dos desejos. Ali reposuou e adormeceu. Poucas horas depois de adormecer, ignorando seu cansaço o risco que corria em ser atacado por algo ou alguma coisa, sonhou com uma farta refeição. seu corpo clamava por alimento há horas. Quando despertou, ainda sonolento disse: Ah, como eu gostaria de um assado nesse momento! Instantânemente apareceu ao seu lado uma prato farta de uma ave assada. O andarilho comeu tudo tão rápido, pois imaginou que a pessoa que tinha olocado ali poderia aparecer e ele ficar com fome novamente. Depois de deixar somente o que servia para ser jogado aos animais, disse: Que sede. Gostaria de um jarro de água fresca... Falou e passou a mão pela boca imaginado como seria bom o líquido. Quando olhou à sua frente, estava ali uma jarro de barro puro com água fresca. Bebeu no gargalo sem exitar. Novamente disse: se eu não me for agora, pode aparecer algum animal feroz e me abater. Ao se levantar, um urso faminto e ferido apareceu a sua frente. Assustado o andarilho recuou e disse: Ele vai me matar! Assim aconteceu. Sem saber como as coisas tinham acontecido viu-se morrer por suas próprias palavras.


Passado alguns dias, um andarilho acompanhado seus dois filhos pequenos e o cãozinho ainda filhote, magro e faminto, com seu filho caçula nas costas. amarrado por um tecido velho, para facilitar a locomoção durante o percurso, senatarm-se debaixo de uma árvore com puca folhagem, mas farta em sombra, a pedido a filha que os pés não obedeciam mais aos comandos da mente. Ele falou que estava com fome, mas não pediu o que comer. Sabia que o pai não tinha. O cãozinho sentou-se ao seu lado e colocou a cabeça sobre seu colo. Ela o acariciou enquanto o pai colocava o irmão menor no chão. Enquanto os filhos dormiam ele comentou com o animal: Está com fome, não é? Nós também. Como gostaria de uma vara, de uma corda e um lago. Imagina o peixão que eu faria para todos... (Sorriu). Cochilou. Quando acordou com os latidos do animal, viu adiante dele, pouco mais ao longe, um lago e aglomerado de bambús e cordas. Primeiro pensou ser miragem, mas nada comentou. Sorriu alegre, acordou os filhos e levou-os consigo para lá. rapidamente desfez a corda para ficar mais fina. Arrancou um bambú e depois de algumas tentativos, um grande peixe pescou. Preparou-o e como dito deixou que dele também o animal comesse. Anoiteceu. lmebrou-se que tinham de ter seguido viagem ainda de dia. Era perigoso a noite e preocupado comentou com o cãozinho, como se ele pudesse ajudar: Amiguinho, o tempo está calmo e não há sinal de perigo, mas fique atento. Qualquer coisa e se eu dormir, acorde-me, sim? O cãozinho passou a noite acordado e atento. Quando acordou era um dia sem nuvem e prometia calor escaldante, e o anadarilho pensou: se formos nesse calor, morreremos. Mas falou com os filhos: Ficaremos aqui mais este dia; pois tem água, alimento e estamos seguros. A filha perguntou: Pai, com aaqueles bambús não dá para fazer um lugar para habitarmos? Respondeu: Precisamos de mais babús, de cordas, de madeira, e mais variedade de coisas para sobrevivermos no deserto. Explicou ele. Enquanto os filhos brincavam ao redor do lago, perto daquela árvore o andarilho encontrou panos, cordas fortes, algumas ovelhas, alguns cabritos, poucos; madeira, vigas, instrumentos. pensou de onde pderia ter surgido todas aquelas coisas, mas nada comentou. Depois de muitos dias, uma casa simples e aconchegante, construiu. Quando entraram nela para morar, a fllha perguntou: Pai, estamos no deserto,não é? Respondeu: Sim. Por que? Continuou ela: Se vier ventania forte como resistirá essa casa? Respondeu ele vendo nexo na pergunta da filha: O mesmo que nos capacitou em nos ceder o que comer e morar, também fará que nossa casa seja a mais forte de todas, de tal modo que nem tremores de terra poderão movê-la do lugar. Disse o menino: Pai, vamos entrar? Respondeu o andarilho: Antes vamos dobrar os joelhos e agradecer e pedir que O que nos tem capacitado, nos faça sempre fortes para seguirmos adiante. Pois eu sei que Deus olha por nós.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

A Força de Um Voto

Eles estavam há meses e meses dentro daquele navio há meses em alto mar. A única coisa que os mantinham vivos, a ponto de apresar das situações em que encontravam(muitos feridos, muitos doentes, muitos leprosos, alguns saudáveis, quais seus corpos resistiam àquele lugar), era a esperança de uma novo lar, uma nova terra, um punhado de terra onde pudessem chamar de seu! Há alguns meses tinham contratado, sob a promessa de dar-lhes ouro, muito ouro e pedras precioas, quais baús e baús traziam consigo desde a terra que deixaram para recomeçarem uma nova vida. O prazo se expiraria em alguns meses, tinham que resistir até lá!!!

A água potável não daria para mais que quatro meses, mesmo racionalizando como estavam. O alimento.... Mas tudo pelo novo começo! Os mais velhos, os mais novos, nem os corrompidos pela lepra reclamavam de suas dores, fome ou sede, pois teriam onde pisar. Onde plantar. Onde se expor ao sol... Ouvir o som do vento como um canto sereno... Um rouxinol... Ninguém reclamava, pois teriam um lar.

Ele era um grande líder, era casado e tinham uma filha. A sua pequena filha tinha nascido naquele ambiente, mas resistia a tudo aquilo. Sua esposa estava fraca, tinha que sair dali o mais rápido possível. Mesmo assim não abandonou seu povo. Era a esperança deles, era o líder, o que nunca desistia. E sua esposa tomada pela cama era sua esperança, ah se não fosse o apoio, a confiança que ela depositava nele. Ela era sua visão de futuro aliado com sua fé.

Um pequeno barco se aproximou e lançaram a escada de cordas para aqueles homens subirem. Eram quatro. Quatro corajosos desbravadores que tinham aceitado a oferta de saírem mar a dentro em busca de um punhado de terra que lhes desssem um recomeço. Alegrou-se todos por verem-nos. Levou-os até sua sala e entregou-lhe um contrato, ainda em pergaminho, selado e honroso para aqueles corajosos. Os mais jovens troxeram os baús com ouro, peças em ouro, pedras preciosas e...

Finalmente, alegrou-se a esposa, sua filha teria um lar de verdade, seu povo poderia ter onde ser enterrado, pois muitos não resistiriam a lepra avançada, e .... Um lar!!!!!

- O que é isso? O nosso contrato?!

-Não! Vocês vão contaminar tudo!!!!

O líder de longe ouviu gritos de desespero dos idosos, dos doentes, das crianças... Ruídos de coisas serem quebradas, de mulheres... Gritos estridentes, gritos de horrores. Partiu para cima daquele que lhe apontava uma arma. Porém foi empurrado para trás... Caiu no chão e sua alma chorou quando reconheceu o grito de sua esposa: meu bebê não!!!! Assassino!!!
O cheiro de água ardente, o cheiro de fumaça, o fumaça se propagava tão rápido e a unica coisa que conseguiu dizer foi ao erguer o contrao com lágrimas nos olhos: Tínhamos um voto. O contrato...
O outro friamente falou enquanto o que atirava tochas de fogo pelos móveis, e outro dois carregava às pressas os baús, falou: papel. Somente papel que o fogo pode consumir.

Atirou!

As chamas consumiu o navio. Os mais jovens mesmo quiemados tentavam, algusn com crianças no colo, abrir as portas presas por barras de ferro, móveis echamas. Asssustadoramente o navio silenciou-se e somente o fogo tinha vida. Alguns corpos boiavam; para alguns morrer afogados foi alívio, os que saíram do navio afogaram-se. Um pedaço de contrato, marcados por chamuscos de fogo flutuava sobre a superficie. Naquele contrato estava selado uma nova nação, um povo próspero vitimados mais do que pela doença que tinha cura para alguns, foram vitimados pelos que não sabiam o preço de um voto.

Com o fogo foi um sonho em comum, foi uma nação, foram crianças que fariam uma revolução, foram vidas que salvariam vidas. Uma geração corrompida pelo medo, covardia, inveja, cobiça, mentira, e desamor. É. Exceto algumas pessoas, o caráter das pessoas no mundo continuam como desses desbravadoes. Mostram-se um, e revelam-se outros.