New Zeland

A guerra só fortalece e trás a tona os guerreiros de fé com a mente sã lhe põe de pé. Quando a determinação se faz presente, nos tornamos guerreiros fortemente armados contra as energias negativas. Sendo assim: Os guerreiros somente usam a verdade. Já os covardes só lutam com a mentira.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Força Jovem Sorocaba- Sede- Nação: Guerreiros

Sábado, 07/11/2009

Tínhamos que levar uma pessoa que cantasse. Pelo meu irmão conseguimos Gabriela. Uma garota muito talentosa.

Eis o resultado da dedicação de uma nação quando deixamos Deus operar!!!!

Obrigada Pai!!!!

terça-feira, 10 de novembro de 2009

A Força de Um Voto

Eles estavam há meses e meses dentro daquele navio há meses em alto mar. A única coisa que os mantinham vivos, a ponto de apresar das situações em que encontravam(muitos feridos, muitos doentes, muitos leprosos, alguns saudáveis, quais seus corpos resistiam àquele lugar), era a esperança de uma novo lar, uma nova terra, um punhado de terra onde pudessem chamar de seu! Há alguns meses tinham contratado, sob a promessa de dar-lhes ouro, muito ouro e pedras precioas, quais baús e baús traziam consigo desde a terra que deixaram para recomeçarem uma nova vida. O prazo se expiraria em alguns meses, tinham que resistir até lá!!!

A água potável não daria para mais que quatro meses, mesmo racionalizando como estavam. O alimento.... Mas tudo pelo novo começo! Os mais velhos, os mais novos, nem os corrompidos pela lepra reclamavam de suas dores, fome ou sede, pois teriam onde pisar. Onde plantar. Onde se expor ao sol... Ouvir o som do vento como um canto sereno... Um rouxinol... Ninguém reclamava, pois teriam um lar.

Ele era um grande líder, era casado e tinham uma filha. A sua pequena filha tinha nascido naquele ambiente, mas resistia a tudo aquilo. Sua esposa estava fraca, tinha que sair dali o mais rápido possível. Mesmo assim não abandonou seu povo. Era a esperança deles, era o líder, o que nunca desistia. E sua esposa tomada pela cama era sua esperança, ah se não fosse o apoio, a confiança que ela depositava nele. Ela era sua visão de futuro aliado com sua fé.

Um pequeno barco se aproximou e lançaram a escada de cordas para aqueles homens subirem. Eram quatro. Quatro corajosos desbravadores que tinham aceitado a oferta de saírem mar a dentro em busca de um punhado de terra que lhes desssem um recomeço. Alegrou-se todos por verem-nos. Levou-os até sua sala e entregou-lhe um contrato, ainda em pergaminho, selado e honroso para aqueles corajosos. Os mais jovens troxeram os baús com ouro, peças em ouro, pedras preciosas e...

Finalmente, alegrou-se a esposa, sua filha teria um lar de verdade, seu povo poderia ter onde ser enterrado, pois muitos não resistiriam a lepra avançada, e .... Um lar!!!!!

- O que é isso? O nosso contrato?!

-Não! Vocês vão contaminar tudo!!!!

O líder de longe ouviu gritos de desespero dos idosos, dos doentes, das crianças... Ruídos de coisas serem quebradas, de mulheres... Gritos estridentes, gritos de horrores. Partiu para cima daquele que lhe apontava uma arma. Porém foi empurrado para trás... Caiu no chão e sua alma chorou quando reconheceu o grito de sua esposa: meu bebê não!!!! Assassino!!!
O cheiro de água ardente, o cheiro de fumaça, o fumaça se propagava tão rápido e a unica coisa que conseguiu dizer foi ao erguer o contrao com lágrimas nos olhos: Tínhamos um voto. O contrato...
O outro friamente falou enquanto o que atirava tochas de fogo pelos móveis, e outro dois carregava às pressas os baús, falou: papel. Somente papel que o fogo pode consumir.

Atirou!

As chamas consumiu o navio. Os mais jovens mesmo quiemados tentavam, algusn com crianças no colo, abrir as portas presas por barras de ferro, móveis echamas. Asssustadoramente o navio silenciou-se e somente o fogo tinha vida. Alguns corpos boiavam; para alguns morrer afogados foi alívio, os que saíram do navio afogaram-se. Um pedaço de contrato, marcados por chamuscos de fogo flutuava sobre a superficie. Naquele contrato estava selado uma nova nação, um povo próspero vitimados mais do que pela doença que tinha cura para alguns, foram vitimados pelos que não sabiam o preço de um voto.

Com o fogo foi um sonho em comum, foi uma nação, foram crianças que fariam uma revolução, foram vidas que salvariam vidas. Uma geração corrompida pelo medo, covardia, inveja, cobiça, mentira, e desamor. É. Exceto algumas pessoas, o caráter das pessoas no mundo continuam como desses desbravadoes. Mostram-se um, e revelam-se outros.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Dois Lobos




A maior luta que luto, que travo é contra mim mesma. Contra minhas vontades, contra uma parte de mim que não é boa; como dois lobos dentro de mim: um bom e um mau; e aquele que eu alimentar é o que prevalecerá.
Eles lutam, guerreiam, se ferem, se machucam, ficam ávidos de fome. Alimento para os dois é infinito. Para o lobo feroz é mais fácil de contrar, estou cercada desse alimento, tenho opções na palma da mão; quanto ao dócil também não é difícil encontrar, mas a questão é alncançar. Sua alimentaçõ é regrada, não pode ser qualquer coisa. Ele só se alimenta com o melhor, do melhor; e esse alimento não fica perto. Tenho que andar para alcançá-lo. O preço é maior, mas no entanto é saboroso, outrs vezes é amargo e difícil de digerir, porém revigorador, fortalecedor, faz dele mais ágil e até mais bonito.
O alimento do outro pode ser qualquer coisa, até se ficar parado o alimento vai até ele, porque outros como ele terão satisfação em alimentá-lo. Ele não se importa de se machucar contanto que também machuque, corrompa, destrua. Ele é assim, carnívoro. É cruel e sua aparência é de uma ovelha bem tratada e bondosa, mas somente suas vítimas sabem de sua crueldade. Àquele que eu escolher alimentar é o que vai me tornar o sou. O meu futuro, o meu viver. Não sou a únca que trava essa guerra, mas confesso que têm pessoas que sequer imagina que existam esses lobos dentro deles. Há pessoas que sequer chegaram a conhecer o lobo bom.
Não é fácil, mas pode ser tornar menos difícil se começarmos desse já selecionar o bom alimento para a fera dócil. Quando ela está bem alimentada, é incrível sua resistência. Pode se levantar contra ele uma, duas alcatéias inteiras que prevalecerá mesmo cansado.


segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Gyps rueppelli ( Abutre-de-rüppell )





** Alguém consegue tirar uma lição da vida e dos hábitos desse abutre? Não é loucura comparar, mas é sábio observar a esperteza, a união, o companheirismo; começam o dia de labuta antes do sol nascer... além da paciência que eles têm em aguardar o momento certo... para as escolhas certas. Detalhes, seguem instintos. E os racionais e os que se acham inteligentes são capazes de fazer um dessas ações? **


Os grifos-de-rüppell são altamente sociáveis, reunindo-se em grandes bandos para repousar, nidificar ou se alimentarem, por vezes com mais de 1000 casais. Podem deslocar-se a velocidades até 35 km/h, afastando-se até 150 km dos seus ninhos em busca de alimento. Podem alcançar grandes altitudes, não sendo invulgar subirem a 6.000 m (20.000 pés), tendo sido registado um caso excepcional, nos céus da Costa do Marfim, de uma colisão de um grifo-de-rüppell com um avião a uma altitude de 11.300 m (37.000 pés), o que constitui o recorde máximo de altitude registado para qualquer ave. Esta ave possui uma subunidade alfaD de hemoglobina com uma superior afinidade para o oxigénio, que torna possível absorver oxigénio mesmo em condições de baixa pressão parcial na troposfera superior.
O seu habitat é savana aberta e árida, áreas semi-desérticas e zonas limites do deserto, e também montanha (Camarões). Poisam normalmente em rochedos inacessíveis, ou na ausência destes, em árvores, normalmente Acacia. Quando as correntes térmicas começam a se fazer sentir, cerca de duas horas após o nascer do sol, os grifos-de-rüppell abandonam os seus poisos e iniciam o seu patrulhamento sobre as planícies, utilizando a sua extraordinária capacidade visual para encontrar carcaças de grandes animais ou localizar carnívoros que tenham apanhado uma presa. Podem esperar vários dias até que o carnívoro abandone a carcaça. Em casos raros poderão atacar uma presa viva. Quando ganha acesso à carcaça é normalmente o abutre dominante, a não ser em presença do abutre-real que é maior e mais forte.
Os grifos-de-rüppell possuem várias adaptações biológicas para a sua dieta e são muito especializados mesmo entre os abutres do Velho Mundo. Possuem um bico especialmente potente, e, depois de haverem consumido as partes mais macias e atractivas de uma carcaça, continuam a comer a pele e mesmo os ossos, comendo até ao ponto de quase não conseguirem levantar voo. As suas línguas têm uma forma especial que auxilia na remoção da carne dos ossos.
Nidifica em falésias elevadas, construindo um ninho volumoso, com gravetos e coberto de ervas e folhas. Normalmente é o macho que prepara o ninho. A fêmea transporta materiais para o ninho, podendo ir roubá-los a outros ninhos.
A fêmea põe um único ovo que é incubado pelos dois progenitores durante 55 dias. São ainda os dois que alimentam a cria. Esta fica com a sua plumagem completa e pronta a voar ao fim de 12 semanas.
Fonte de imagem e texto: Wikipédia